Quando fui visitar o Museu do Pão em Seia, numa das salas estava esta referência à palavra pão em Língua Gestual Portuguesa.
Parabéns ao Museu por se lembrar desta forma de comunicação utilizada por algumas pessoas.
OBRIGADA....
As crianças com necessidades especiais não têm uma doença. Não é contagioso. Elas só querem o que nós queremos: ser aceites.
Gostava de partilhar esta mensagem com vocês.
É a semana da educação especial e é em honra de todas as crianças que precisam de uma ajudinha extra!
Beijos para todos
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Torre dos Clérigos (Monumento Nacional)
Como já vos tinha dito, adoro passear... e mais uma vez fui visitar a Torre dos Clérigos, na cidade do Porto.
Esta é a torre mais alta de Portugal, com 6 andares e 225 degraus. Mede 76 metros de altura; foi começada em 1754 e concluída em 1763 sob a direcção do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.
Além de realizarmos a visita e de ficarmos a conhecer características importantantes da arquitectura desta torre, também fazemos a nossa quota parte de exercício físico, ao subirmos os 225 degraus até chegarmos ao topo da torre e nos delíciarmos com uma vista magnifica e imponente sobre a cidade do Porto.
Esta é a torre mais alta de Portugal, com 6 andares e 225 degraus. Mede 76 metros de altura; foi começada em 1754 e concluída em 1763 sob a direcção do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.
Além de realizarmos a visita e de ficarmos a conhecer características importantantes da arquitectura desta torre, também fazemos a nossa quota parte de exercício físico, ao subirmos os 225 degraus até chegarmos ao topo da torre e nos delíciarmos com uma vista magnifica e imponente sobre a cidade do Porto.
A hora de almoço chegou e a nossa barriguida a dar horas, o merecido descanço e o tão apreciado almoço foi degustado numa das esplanadas da bela Avenida dos Aliados.
Com vista para a Câmara Municipal do Porto.
Para terminar um belo dia de passeio pelo nosso Portugal, decidimos ir dar uma voltinha de autocarro pela cidade do Porto e aproveitar as belas paisagens da cidade, aqui ficam alguns registos.
| Ponte da Arrábida |
| Eléctrico na baixa do Porto |
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Museu do Pão, espaço de cultura e de lazer ... de saberes e de sabores.
No fim de semana fui até Seia, visitar mais uma vez... o Museu do Pão.
Se forem do Porto, seguem pela A1 e no Nó de Coimbra seguem em direcção a Seia; ou ainda seguem pela A25 e depois saem em Seia.Se forem de Lisboa, seguem na A1 no Nó de Torres Novas entram na A23 em direcção à Covilhã. Depois ou vão pela Serra da Estrela, que para mim é o passeio mais bonito, pois passam pela Torre, sabugueiro, (aldeia mais alta de portugal), Loriga e finalmente Seia. Ou então vão à Cidade da Guarda e depois vão até Seia.
A escolha é vossa...
Mas façam uma visita ao Museu, que vale bem a pena.
O almoço no restaurante do Museu do Pão é de deixar todos maravilhados e com a barriguinha a agradecer o vosso bom gosto.
Como esducadora que sou, comecei a minha visita ao Museu do Pão, pela Sala Pedagógica.
Uma memória para o futuro...
Depois fui visitar a Sala do Ciclo do Pão
A memória da terra...

A exibição do ciclo tradicional do Pão Português, nomeadamente os seus labores e alfaias, desde a preparação da terra até à boca do forno.
Um ciclo antigo que hoje é quase só uma memória, mas que neste espaço se revive através de catorze painéis e de dezenas de peças.
Cada painel, cada expositor, é um passo específico desse ciclo ancestral do nosso pão. Para além deste espólio, existem ainda três moinhos em constante laboração e uma fiel reconstituição de uma padaria.
De seguida a Sala do Pão Político, Social e Religioso
A memória do tempo...

Nesta sala está exposta parte da multissecular História do Pão Português. Em centenas de documentos, que vão desde editais a cartas régias, de folhetos publicitários a jornais, de bibliografia antiga a alvarás, cartazes, cartas, panfletos ou senhas alimentares, são os derradeiros quatro séculos da História nacional que aqui se desvendam, descrevendo mais de quatrocentos anos da história do nosso Pão e da nossa terra. Mas como o Pão tem uma forte carga religiosa, também neste espaço se mostra a simbologia do Pão na tradição judaico-cristã.
A última sala que visitei foi a Sala da Arte do Pão
A memória das artes...
Aqui se desvenda a ligação entre o Pão e as artes. De facto, o Pão, os cereias e a terra são muitas vezes fonte de inspiração para artistas, que assim elaboram ricas peças que deslumbram, ora pela sua singeleza ora pelo seu requinte.
Cerâmica, iconografia, pratas, arte sacra, madeiras, louça, são alguns dos materiais onde o pão é reproduzido e que aqui são vosíveis ao público. Mas também o próprio Pão é considerado um objecto de exposição.
Por isso, num espaço autónomo, expomos os mais significativos pães portugueses, para além de um espaço multimédia, com videogramas históricos e didácticos.
Para terminar a gastronomia também é património. Por isso, outros espaços do Museu do Pão assumem uma vertente de lazer sempre associada à cultura portuguesa. O Restaurante assume-se como um verdadeiro Centro de Investigação Gastronómica, redescobrindo e recriando os sabores antigos da mesa portuguesa. Uma viagem pelos sabores da nossa terra num ambiente único.

É lindo... adoro passar por lá sempre que é oportuno.
Se ainda não conhecem aproveitem e passem por lá.
A escolha é vossa...
Mas façam uma visita ao Museu, que vale bem a pena.
O almoço no restaurante do Museu do Pão é de deixar todos maravilhados e com a barriguinha a agradecer o vosso bom gosto.
Como esducadora que sou, comecei a minha visita ao Museu do Pão, pela Sala Pedagógica.
Uma memória para o futuro...
Este é um espaço para os mais novos, onde se exibe e se descreve o ciclo do Pão Português, através de efeitos de luz, som, cor e movimento. Mas é também a sala onde os mais pequenos podem manipular a massa de pão e, numa aprendizagem lúdica, criar uma obra de arte.
A memória da terra...

A exibição do ciclo tradicional do Pão Português, nomeadamente os seus labores e alfaias, desde a preparação da terra até à boca do forno.
Um ciclo antigo que hoje é quase só uma memória, mas que neste espaço se revive através de catorze painéis e de dezenas de peças.
Cada painel, cada expositor, é um passo específico desse ciclo ancestral do nosso pão. Para além deste espólio, existem ainda três moinhos em constante laboração e uma fiel reconstituição de uma padaria.
De seguida a Sala do Pão Político, Social e Religioso
A memória do tempo...

Nesta sala está exposta parte da multissecular História do Pão Português. Em centenas de documentos, que vão desde editais a cartas régias, de folhetos publicitários a jornais, de bibliografia antiga a alvarás, cartazes, cartas, panfletos ou senhas alimentares, são os derradeiros quatro séculos da História nacional que aqui se desvendam, descrevendo mais de quatrocentos anos da história do nosso Pão e da nossa terra. Mas como o Pão tem uma forte carga religiosa, também neste espaço se mostra a simbologia do Pão na tradição judaico-cristã.
A última sala que visitei foi a Sala da Arte do Pão
A memória das artes...
Aqui se desvenda a ligação entre o Pão e as artes. De facto, o Pão, os cereias e a terra são muitas vezes fonte de inspiração para artistas, que assim elaboram ricas peças que deslumbram, ora pela sua singeleza ora pelo seu requinte.
Cerâmica, iconografia, pratas, arte sacra, madeiras, louça, são alguns dos materiais onde o pão é reproduzido e que aqui são vosíveis ao público. Mas também o próprio Pão é considerado um objecto de exposição.
Por isso, num espaço autónomo, expomos os mais significativos pães portugueses, para além de um espaço multimédia, com videogramas históricos e didácticos.
Para terminar a gastronomia também é património. Por isso, outros espaços do Museu do Pão assumem uma vertente de lazer sempre associada à cultura portuguesa. O Restaurante assume-se como um verdadeiro Centro de Investigação Gastronómica, redescobrindo e recriando os sabores antigos da mesa portuguesa. Uma viagem pelos sabores da nossa terra num ambiente único.

Se o Bar é, por excelência, o lugar de lazer, pode ser também o lugar onde a cultura se desfruta à beira de uma varanda panorâmica.
Frequentes actividades culturais e uma biblioteca temática, fazen assim deste Bar um espaço de partilha.
Num local que recria o espaço, os aromas e as vivências das velhas mercearias das aldeias, revelam-se os pães e as outras iguarias que o Museu do Pão tão bem sabe fazer.
À descoberta das lembranças da infância.
Museu do Pão
Quinta do Marrão
6270-909 Seia
domingo, 29 de agosto de 2010
Cabo Verde - Um paraíso a descobrir...
Cabo Verde
O arquipélago de Cabo Verde está situado no Oceano Atlântico, a uns 500 Km do litoral do Senegal, é um pequeno paraíso por descobrir... mas eu e o meu João Ratão já o descobrimos... hihihi..... que Maravilha...
É formado por dez ilhas vulcânicas e oito ilhéus que se dividem consoante a posição das ilhas relativamente aos ventos alisios predominantes de Nordeste: Barlavento e Sotavento.
Neste paraíso cheio de contrastes, onde há uma mistura de praias virgens e outras de areia branca, formosos-alcantilados com planícies, onde em ocasiões os vulcões parecem emergir do abismo para mostrar toda a sua beleza.
Neste arquipélago podemos disfrutar de desportos como o mergulho, trilha, a pesca, windsurf ou simplesmente descansar e aproveitar as praias, desporto este que foi o que mais eu pratiquei... Nô Stress...
Mas há muitas oportunidades para practicar todas estas actividades e uma grande quantidade de cantos tranquilos para podermos desfrutar e desconectarmos do stress trazido de Portugal.
Os habitantes das ilhas juntam um crisol de influências africanas, portuguesas, mediterrânicas e latinas cujo resultado gerou uma etnia tipicamente cabo-verdiana.
Ilha do Sal
Esta ilha plana é um dos destinos predilectos das viagens organizadas para turistas que desejam desfrutar do trópico e, de vez em quando, conviver com os habitantes locais. Aqui não há grandes aglomerações.
Somente povoações tranquilas e poucos hotéis, que fazem da Ilha do Sal um lugar ideal para os que procuram tranquilidade. A maioria dos alojamentos turísticos encontram-se no povoado de Santa Maria a 18 Km de Espargos, a localidade mais importante da ilha.
Quando nos aproximamos do aeroporto internacional Amilcar Cabral, a ilha parece um pedaço de deserto africano navegando plácidamente à deriva pelo azul do Atlântico. De perto, vemos como se destacam as suas praias de areia fina, as aldeias detidas no tempo, a romântica atmosfera de uma mina de sal abandonada, tudo isto numa paisagem amável e tranquila.


O arquipélago de Cabo Verde está situado no Oceano Atlântico, a uns 500 Km do litoral do Senegal, é um pequeno paraíso por descobrir... mas eu e o meu João Ratão já o descobrimos... hihihi..... que Maravilha...
É formado por dez ilhas vulcânicas e oito ilhéus que se dividem consoante a posição das ilhas relativamente aos ventos alisios predominantes de Nordeste: Barlavento e Sotavento.
Neste paraíso cheio de contrastes, onde há uma mistura de praias virgens e outras de areia branca, formosos-alcantilados com planícies, onde em ocasiões os vulcões parecem emergir do abismo para mostrar toda a sua beleza.
Neste arquipélago podemos disfrutar de desportos como o mergulho, trilha, a pesca, windsurf ou simplesmente descansar e aproveitar as praias, desporto este que foi o que mais eu pratiquei... Nô Stress...
Mas há muitas oportunidades para practicar todas estas actividades e uma grande quantidade de cantos tranquilos para podermos desfrutar e desconectarmos do stress trazido de Portugal.
Os habitantes das ilhas juntam um crisol de influências africanas, portuguesas, mediterrânicas e latinas cujo resultado gerou uma etnia tipicamente cabo-verdiana.
Ilha do Sal
Esta ilha plana é um dos destinos predilectos das viagens organizadas para turistas que desejam desfrutar do trópico e, de vez em quando, conviver com os habitantes locais. Aqui não há grandes aglomerações.
Somente povoações tranquilas e poucos hotéis, que fazem da Ilha do Sal um lugar ideal para os que procuram tranquilidade. A maioria dos alojamentos turísticos encontram-se no povoado de Santa Maria a 18 Km de Espargos, a localidade mais importante da ilha.
Quando nos aproximamos do aeroporto internacional Amilcar Cabral, a ilha parece um pedaço de deserto africano navegando plácidamente à deriva pelo azul do Atlântico. De perto, vemos como se destacam as suas praias de areia fina, as aldeias detidas no tempo, a romântica atmosfera de uma mina de sal abandonada, tudo isto numa paisagem amável e tranquila.
A água desta salina é 26 vezes mais salgada do que a água do mar.
A concentração de sal é tanta que ao entrar na salina para um banho relaxante e rejuvenescedor sentimos
a elevada pressão da água e o cuidado a ter com os olhos deve ser enorme....
Mas ao nos encontrarmos por aqui, inevitavelmente, o olhar dirige-se sempre para o mar.
As paradisíacas praias que rodeiam a ilha, os numerosos desportos aquáticos que podem ser praticados e o excelente peixe que os pescadores pescam todos os dias, tudo isto nos mostra a íntima relação que esta ilha mantém com o oceano.
Adorei Cabo Verde...
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